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sexta-feira, 27 de abril de 2012

TEATRO PARA O DIA DAS MÃES


O Rei Salomão e As Duas Mulheres

PERSONAGENS: NARRADOR; SOLDADO; REI; 1MULHER; 2MULHER

NARRADOR: Certo dia, o Rei Salomão pediu a Deus em oração que lhe desse humildade e sabedoria para poder discernir o Bem do Mal e assim governar o povo segundo os propósitos de Deus.
Em sonho, o Senhor lhe disse que o atenderia em seu pedido, pois o seu coração agradara a Ele.
Então em um determinado dia vieram até ele duas mulheres.
SOLDADO: Meu senhor estas mulheres desejam falar contigo.
REI: Deixe que fale o que a atormentam.
1MULHER: -Ah! Senhor meu, eu e esta mulher moramos na mesma casa. Eu tive um filho, estando com ela naquela casa. Mas no terceiro dia após o meu parto, ela também teve um filho. Estávamos juntas, somente nós duas naquela casa. Assim, ninguém ficou sabendo o que aconteceu lá.
Só que, de noite, o filho dela morreu, porque ela se deitou sobre ele. Daí ela se levantou no meio da noite e, enquanto eu dormia, tirou o meu filho do meu lado e deitou-o ao seu lado. Depois deitou seu filho morto no meu lado. Mas pela manha vi que a criança não era minha e sim dela.
2MULHER:- Engano seu. O menino vivo é o meu filho. O teu é o morto.
1MULHER:- Não, o morto é teu filho. O vivo é o meu.
( E CONTINUA FALANDO É MEU, NÃO É TEU)
REI:- Esta diz: “Este que vive é meu filho, e teu filho é o morto”. A outra diz: “Não, o morto é teu filho, o vivo é o meu”.
(PENSATIVO)
Soldado tragam-me uma espada.
(ENTREGA A ESPADA AO REI).
SOLDADO: Aqui esta meu senhor.
REI- Divida o menino vivo em duas partes, e dêem metade a uma, e metade a outra.
1MULHER:- Ah, senhor meu! Dai-lhe o menino vivo, e de modo nenhum o mateis.
2MULHER:- É bom mesmo! Nem meu, nem teu. Seja dividido!
REI:- Dai à primeira o menino vivo. De modo nenhum o mateis; esta é sua mãe, pois por amor prefere que o seu filho seja dado à outra para que permaneça vivo.
NARRADOR: Quando todo o Israel ouviu a sentença que o rei proferira, temeu ao rei, porque viu que havia nele a sabedoria de Deus para fazer justiça.

POESIA


SIMPLESMENTE POR AMOR      por Ana Lucila Fagundes

Sei mamãe que tudo que fez por mim foi simplesmente por amor.
 E hoje só quero te falar o quanto amo você.
Você que desde o ventre me amou,
Que se emocionou quando ouviu o meu primeiro choro.
E agradeceu a Deus quando me pegou em seus braços pela primeira vez.
Ah! Como te amo mamãe.
Te amo pelas muitas noites que te fiz ficar acordada,
Te amo pela paciência em me ouvir,
Pelo encanto nas minhas descobertas,
Te amo pelo o muito que fez e ainda irás fazer por mim.
E sabe mamãe todos os dias peço a Deus que cuide de ti.
Que te proteja e livra do mal.
Obrigada por todo o carinho e por tudo que tens me ensinado,
Pois os teus ensinamentos me fizeram aproximar de Deus.
Assim, mamãe só tenho a dizer te amo hoje e sempre te amarei.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Dorath, a lagarta feia.


Por Ana Lucila Fagundes

            Era uma vez em um lugar bem distante daqui no mundo da imaginação uma pequena lagarta, ela era bem colorida e diferente das suas irmãzinhas, por isso ela se sentia a lagarta mais feia do mundo e vivia triste pelas folhas.
            De galho em galho as outras lagartas saltavam alegremente enquanto Dorath, a lagarta feia ficava escondida entre as folhas, pois as outras lagartas sempre que a via faziam piadinhas, chamando-a de pintadinha, rindo da sua aparencia, assim ela vivia sem nenhum amiguinho para brincar.
            Então um dia Dorath resolveu ir embora e sem despedir de ninguém arrumou suas coisas e saiu para procurar outro lugar para morar onde ela pudesse encontrar amigos e viver feliz como as outras lagartas saltando de galho em galho.
            Sozinha pela mata ela foi andando, andando até que se sentiu muito cansada e resolveu ficar quietinha em um galho para descansar. Mas Dorath não sabia que o seu cansaço era a hora que acontece com todas as lagartas, a transformação em casulo.
            E foi isso que aconteceu ela dormiu e se transformou em um casulo e depois de alguns dias o casulo se abriu e a lagarta feia havia se transformado em uma linda borboleta que voava alegremente por entre as árvores e flores.
            Sem saber o que havia acontecido Dorath se viu refletida nas águas da chuvinha que caíra nas folhas e se achou a borboleta mais linda do mundo e correu de volta para contar a novidade para suas irmãzinhas.
            E qual não foi sua surpreza quando viu que suas irmãzinhas também haviam se transformado em borbletas, mas nenhuma tão linda como ela e agora era as suas irmãzinhas que se sentiam feia perto dela.
            Dorath aprendeu a lição que quando nos transformamos nos tornamos diferentes. E na nossa vida é assim quando Jesus vem morar no nosso coração somos transformados, pois Jesus lava o nosso coração com o seu sangue, tirando todo o pecado e assim nos transformamos em pessoas diferentes, pois no nosso coração já não há mais lugar para o pecado.

Joana, a escrava


Por Ana Lucila Fagundes

            Era uma vez um lugar bem distante daqui, onde quase não existia verde e o sol era muito quente e tinha muita poeira. Lá as pessoas aparavam a água da chuva que era de vez em quando e guardava para beber, fazer comida, lavar roupa, fazer tudo.
            Nesse lugar morava uma mulher chamada D Maria que tinha 10 filhos e os amavam muito, seu marido o senhor Joaquim só pensava em beber, todo dinheiro era para comprar cachaça e até esquecia de colocar comida em casa, mas D. Maria fazia maxixe e palma para todos que comiam sem falar nada.
            Um dia seu Joaquim chegou em casa bêbado gritando cadê as crianças, tragam todos aqui que o homem quer ver os meninos, D Maria sem entender nada perguntava: _ Mas o que foi homem? E seu Joaquim gritava os meninos e imediatamente estavam todos em sua frente, assustados sem saber o que estava acontecendo. E seu Joaquim dizia é só escolher.
Então o homem que havia chegado com seu Joaquim, olhou uma por uma das crianças e disse apontando para a pequena Joana, vou levar esta. Estar aqui o dinheiro.
D Maria logo gritou, não, minha filha não. A menina então agarrou a saia da mãe e começou a chorar, mas seu Joaquim a puxou empurrando D Maria ao chão e a entregou aquele homem desconhecido que a arrastava para o seu carro dizendo para calar a boca, pois ele detestava choro de criança.
A pequena Joana de apenas 8 anos apenas soluçava e via sua família ficar para trás, o mato seco e toda a poeira até adormecer e acordar em um lugar que ela nem sabia onde era.
Lá Joana deveria cuidar de toda a casa, lavar roupa, fazer comida, dar água aos animais e ainda limpar todas as mesas e lavar os copos da pequena venda que aquele homem tinha e agora era o seu dono.
Os dias foram passando e Joana fazia tudo, mal terminava de arrumar a casa já tinha de fazer a comida e correr para a venda, pois o seu dono gritava sempre que tinha mesa e copo sujo.
Ali Joana era uma escrava apenas uma menina que não conversava com ninguém, não sorria e nem sabia mais a sua idade, pois estava triste demais para se importar com os dias e os anos.
E em um desses dias ela ouviu o seu dono gritar anda menina que tem muito copo sujo, limpa aquela mesa também, você estar ficando lerda... De cabeça baixa Joana começou a limpar a mesa onde havia uma senhora que lhe perguntava:
_ Qual o seu nome? Mas ela continuava calada e de cabeça baixa. A senhora então insistia perguntando e Joana nada respondia.
Então a senhora disse vou ficar aqui perto por alguns dias e queria ter uma amiga, você não quer ser minha amiga? Sem ouvir a resposta de Joana a senhora falou virando para o dono da venda a menina pode me ajudar a escolher algumas coisas que vou comprar.
E o dono da venda virou para Joana e disse anda logo para ajudar a mulher. Então aquela senhora foi pedindo que a ajudasse a pegar arroz, farinha e outras coisas e disse amanhã venho de novo aqui, pois quero ser sua amiga.
No outro dia a senhora apareceu para comprar alguma e pediu que Joana a ajudasse, a menina prontamente a ajudou pegando tudo que ela pedia, mas sem dizer uma palavra.
Então a senhora disse: Amanhã quando você for dar água para os animais foi estar lá para te ajudar. E assim aconteceu antes do sol acabar de nascer Joana estava com o balde na mão colocando água para os animais e como prometera a senhora estava lá também lhe ajudando, todas duas caladas.
E no outro dia também e no outro dia também, até que passado alguns dias Joana disse: Sabe senhora meu nome é Joana, eu vim para cá quando eu tinha 8 anos, agora não sei, mas quantos anos eu já tenho. Meu pai bebia muito então me vendeu para aquele senhor da venda... Hoje sou escrava aqui, ele é o meu dono, por isso não converso com ninguém, pois sou a menina mais triste do mundo.
A senhora com os olhos cheios de lágrimas disse: Estou aqui para te ajudar, mas sabe Joana alguém muito especial também pagou o preço por você, Jesus ele te comprou com o seu sangue, para que você fosse livre. Ele foi crucificado até morrer, mas no terceiro dia ressuscitou e hoje te faz um convite muito especial para morar em seu coração.
Joana então disse que queria ter Jesus em seu coração e juntas oraram a Deus pedindo que mudasse a sua vida.
E os dias se passaram e Joana continuava a fazer todo o serviço para o dono da venda, mas sempre com um sorriso e conversando com as pessoas. Até que um dia o dono da venda virou para ela e disse arrume suas coisas que a partir de hoje você vai morar com aquela senhora, sua amiga, eu não sou mais o seu dono.
            Depressa Joana arrumou os seus trapos e ouviu à senhora dizer irá para sua casa, você é uma menina livre. E as duas viajaram para o lugar onde Joana morava e chegando lá Joana encontrou a sua mãe e seus irmãos e contou toda a história que agora tinha um final feliz. Mas Joana ficou triste quando ouviu a mãe falando que o seu pai continuava bebendo e ela agora entendia que ela era livre e ele era escravo do pecado, da bebida e só Jesus podia mudar esta história, dar um final feliz.
            Com a ajuda daquela senhora bondosa, sua amiga, ela orou e pediu que Jesus mudasse esta história e todos da casa de Joana aceitaram Jesus e se tornaram livres do pecado. E Joana agora era a menina mais feliz do mundo porque tinha aceitado o convite especial de Jesus para morar em seu coração.

Aproveite este momento e pergunte se tem alguma criança que quer receber Jesus em seu coração. Ore com aquelas que tomarem esta decisão.

PROCURANDO UM PRESENTE


Por Ana Lucila Fagundes

Era uma vez uma família de gatinhos. Papai gatão, mamãe gata e quatro filhinhos gatinhos. Eles eram fofinhos, papai gatão era pretinho, com os pêlos bem brilhantes e mamãe gata era bem branquinhos e os filhinhos gatinhos um era branquinho, outro pretinho, outro era preto com manchas brancas e o outro era branco com manchas pretas. E todos eram muitos felizes e viviam com muito amor.
Os filhinhos amavam e respeitavam o papai e a mamãe. Eles sempre obedeciam quando o papai chamava-os a atenção por alguma coisa.
Mas um dia o Branquinho desobedeceu o papai deixando-o muito triste e o pior é que parece que ele nem se importou com isso. Os dias se passaram e papai continuou triste, pois o Branquinho não lhe pedira desculpas e ainda continuava desobedecendo.
O tempo passou e tudo continuava do mesmo jeito, então na semana que se aproximava o dia dos pais, os filhinhos saíram para procurar um presente para dar ao seu pai. Eles entraram numa loja, entraram em outra, mas não encontrava um presente legal para o papai.
Mas de repente o Pretinho viu numa loja uma linda gravata e achou que daria certinho com o papai, o Pintadinho de branco viu o sapato e gostou, o Pintadinho de preto viu uma camisa e também achou que dava certo e o Branquinho viu uma calça e gostou,mas achou que era muito pouco para o papai. Então ele teve uma idéia de chamar os irmãos para juntar o dinheiro e comprar um presente mais caro, pois assim o papai ia ficar mais contente.
Foi ai que tiveram a idéia de comprar um cordão de ouro com quatro gatinhos pendurados. Então eles foram para casa com aquele lindo embrulho e deram para o papai de presente. Com certeza o papai amou, mas ele disse que o melhor presente não são aqueles caros, mas sim os que são de coração. As atitudes de obediência e amor valem muito mais que o ouro e a prata.
Então Branquinho ficou de cabeça baixa e se lembrou que havia deixado o papai triste com a sua desobediência e depressa ele deu um beijo no papai gatão e lhe pediu desculpas,prometendo que nunca mais ele iria desobedecer.
E assim, aconteceu daquele dia em diante Branquinho nunca mais desobedeceu e sabe esse foi o melhor dia dos pais desse papai, pois as nossas atitudes de amor e obediência vale muito mais que a prata e o ouro.

UM GAROTO ESPECIAL


 Por Ana Lucila Fagundes

Tudo aconteceu há alguns anos atrás em uma escola onde trabalhava uma professora chamada Mariana. Em sua sala estudava um garotinho que usava cadeiras de rodas, pois ele nasceu com uma doença que o impediu de andar.
Quando Mariana chegou à sua sala a primeira vez ela olhou para o menino e logo pensou que pena ele não pode andar, mas quando os dias foram passando ela foi percebendo que aquele garoto era muito especial, mas não porque não podia andar, mas porque no seu coração havia muito amor.
Ele estava sempre disposto a ajudar os coleguinhas a fazer a tarefa quando não sabia, ajudava a professora a guardar o material e até levava em sua cadeira a mochila de um aluno bem pequenininho que não aguentava andar com tantos livros.
Na hora do recreio ele gostava de brincar de bola e não é que ele era um bom goleiro, na trave dele ninguém fazia um gol.
Sua professora cada dia mais ficava encantada com ele, ela não entendia como um menino que só andava naquela cadeira gostava tanto de ajudar os outros e até podia ajudar a sua mãe em casa, arrumando o seu quarto e até lavando a louça do almoço quando sua mamãe não podia.
Então ela muito curiosa foi até o garoto e perguntou por que você mesmo em uma cadeira de rodas ajuda tanto as pessoas enquanto os seus coleguinhas que não precisa de uma cadeira de rodas não são como você? Ele com uma carinha muito feliz respondeu para sua professora: Eu ajudo porque sou especial, pois tenho Deus em meu coração e na bíblia nos ensina a ajudar o próximo.
Olhando para ele sua professora percebeu que realmente ele era muito especial, pois tinha o amor de Deus em seu coração.

CONFIANDO EM DEUS


Por Ana Lucila Fagundes

Certa vez em uma cidade bem pequenininha numa rua cheia de buracos e muita poeira morava uma senhora viúva juntamente com seus quatro filhos pequenos. Um deles Sandro era bem diferente dos outros, mas a sua diferença não era nem na cor dos cabelos e da pele, mas no coração. O seu coração estava sempre disposto a agradar a Deus e por isso Deus sempre o abençoava.
Quando o seu papai morreu as coisas ficaram muito difícil, o dinheiro que sua mãe ganhava trabalhando numa loja na praça era muito pouco, por isso eles nunca podiam irem no circo ou na praça fazer um lanche ou até mesmo comprar um tênis novo de marca, mas Sandro não se importava com isso, pois ele sabia que sua mamãe trabalhava muito para comprar comida para dentro de casa, pagar água, luz e outras despesas.
Mas um dia ele chegou da escola e viu sua mãe em casa no horário que deveria estar na loja, logo ele percebeu que alguma coisa tinha acontecido, mas quando ia perguntar notou que sua mãe chorava, então ela chamou o garoto e limpando as lágrimas disse que a loja não estava vendendo quase nada por isso Dona Luana a proprietária lhe dispensou, pois não teria dinheiro para lhe pagar.
Muito triste os dois se abraçaram, mas a mamãe foi logo dizendo não se preocupe irei dar um jeito. Mas Sandro sabia o que isso significava. Mamãe sem trabalhar como iremos comprar alimento? Como vamos pagar as nossas contas? Sem que a mamãe percebesse que ele apenas um garoto de 10 anos estava preocupado ele deu um beijo na mamãe e disse vamos orar que Deus resolve tudo.
Sua mãe vendo a confiança que Sandro tinha em Deus chamou o garoto para orarem juntos e no seu coração ela disse para Deus que havia acabado a comida em casa e que não tinha dinheiro e nem emprego para suprir as necessidades dos seus filhos, mas que ela sabia que Deus tinha o melhor para eles.
Terminada a oração Sandro saiu para fazer sua lição de casa e mamãe foi arrumar a bagunça que seus irmãos fizeram. Ela sabia que os garotos estavam esperando que ela fizesse um café e colocasse os pães na mesa para que juntos fizessem a refeição da noite, mas sem falar que naquele dia não teria nada para comer, ela continuava arrumando o que estava bagunçado enquanto os meninos estudavam na mesa.
De repente um dos garotos disse que estava com fome, ela muito paciente respondeu espere um pouquinho. Passado algum tempo um deles tornou a pedir e ela novamente respondeu espere um pouquinho. De novo pela terceira vez um dos meninos tornou a pedir e ela respondeu novamente espere um pouquinho, meu filho.
Apenas Sandro sabia que mamãe dizia para esperar porque não tinha nada, mas ele sabia que podia confiar em Deus e antes que os seus irmãos pedissem pela quarta vez bateram na porta.
Depressa sua mãe foi atender e tamanha não foi a surpresa era um casal da igreja que Sandro ia, eles vinheram trazer algumas caixas de alimentos para aquela família e também chamar a mãe de Sandro para trabalhar com eles.
Quando a visita foi embora Sandro, sua mãe e irmãos sentaram a mesa e comeram deliciosos pães acompanhado de um café com leite bem quentinho. Agora sua mamãe sabia que Deus supre todas as nossas necessidades e que podemos sempre confiar Nele.

CACHORRO QUENTE GIGANTE


 Por Ana Lucila Fagundes

Era uma vez um garotinho chamado Marquinhos que morava em um lugar bem distante daqui, em um país onde era proibido fazer comida ruim, onde as crianças não precisavam comprar balas, chocolate, nenhum doce, pois elas tinham de graça.
Naquele país existia uma lei que dizia que as crianças tinham direito de comer de graça quantos doces queriam, porém se elas ficassem doentes ( com diabete ou obesa)  por causa do doce nunca mais podia comer doce de graça.
Marquinhos adorava morar nesse país, lá ele comia cada coisa gostosa...bolo de chocolate (hum!!), pudim, (fale as coisas que as crianças disseram que gostam de comer).
Todos os dias sua mãe colocava deliciosos lanches para ele levar pra escola, e ele sempre falava: _Esse pedaço esta pequeno quero um maior.
E quando ele ia à venda do Srº Joaquim ele dizia: _ Só um chocolate que pão duro, posso comer quantos doces eu quiser é lei.
Na hora do jantar a mamãe adorava fazer cachorro quente e Marquinhos amava. Então era sempre a mesma coisa a irmãzinha dele não comia todo o cachorro quente e ele já ficava de olho, mal ela deixava no prato que Marquinhos perguntava posso mamãe? Ela não quer mais?
Mamãe já não sabia mais o que fazer por mais que conversasse com Marquinhos não resolvia, ele sempre queria o maior, nunca que queria só uma bolachinha, mas queria comer até acabar.
Mas não pense que Marquinhos era gordinho, ele só tinha um buchinho engraçado.
Um dia mamãe teve uma idéia, quando estava preparando o jantar, QUE ERA CACHORRO QUENTE!! Como de costume ele ficou de olho no cachorro quente da irmãzinha e só foi ela falar, não quero mais que ele foi logo ao prato da irmãzinha. Mas dessa vez a mamãe disse não, pois eu vou comer.
Sabe a reação de Marquinhos? _Mas mamãe sempre a senhora deixa eu comer! Só esse não matou a minha fome, a senhora nunca me deixa comer o tanto que tenho vontade, só me dar tudo pequenininho.
Mamãe chamou a atenção do garoto, pois ele estava mentindo, mas ele continuou. Esse cachorro quente que a senhora me deu era muito pequeno.
Então mamãe colocou na mesa um cachorro quente gigante, era do tamanho de 10 pães juntos e disse coma é todo seu e se não comer todo vou lhe dar uma surra.
O garoto ficou vermelho e disse eu estava brincando mamãe, mas a mamãe continuou firme e colocou o cinto na mesa.
Marquinhos começou a comer, mas logo foi perdendo a vontade, mas o cinto estava em cima da mesa e isso o obrigava a comer. As lágrimas logo caíram dos olhos do menino que começou a pedir desculpas a mamãe.
Me perdoe mamãe, prometo que não vou mais agir assim. A mamãe então sentou ao lado de Marquinhos e disse sabe filhinho a bíblia nos ensina a louvar o Senhor  com o nosso corpo, ela também nos ensina que a gula ( explique o que é gula numa linguagem que a criança entenda) é pecado, você não vai ficar sem comer, mas não precisa comer até a comida acabar, pois assim não estamos louvando o nosso Deus.
Marquinhos desta vez aprendeu o que a mamãe falou e todas as vezes que ele via cachorro quente dava lhe uma vontade de vomitar.